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I FEIRA DE LITERATURA E ARTES DE P.VERDE

sábado, 1 de junho de 2013

QUAIS VACINAS UM ADULTO DEVE TOMAR?



Algumas vacinas são importantes apenas para determinados grupos. A da febre amarela, por exemplo, é indicada para quem reside — ou para quem viaja — para locais onde o risco da doença é elevado. Já a vacina da gripe é recomendada especialmente para pacientes com doenças pulmonares crônicas, como a asma, que são mais suscetíveis a infecções respiratórias. Confira quais delas você deve tomar:

De 19 a 49 anos:
Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da vacina dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais do que versões anteriores (não disponível no SUS).
HPV – três doses da vacina até os 26 anos de idade. É importante lembrar que ela deve ser tomada por homens e mulheres. É contraindicada para gestantes. Existem dois tipos da vacina disponíveis no Brasil. Em uma delas, há imunização contra os tipos 6, 11, 16 e 18 de HPV — a segunda dose é dada dois meses após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-2-6 meses). Na segunda versão da vacina, há proteção contra os tipo 16 e 18 de HPV — a segunda dose deve ser tomada um mês depois da primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) — uma dose, mesmo quem já tenha tomado na infância. É contraindicada para gestantes e para pessoas com imunodeficiência. Fornecida pelo SUS.
Varicela — duas doses, com intervalo de três meses entre elas, para quem nunca tomou. Costuma ser indicada para adultos por ser uma vacina recente — muitas pessoas não a tomaram na infância. É contraindicada para gestantes e pessoas com imunodeficiência.
Hepatite A – duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença.
Hepatite B — três doses, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença. A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses). Fornecida pelo SUS.
Meningocócica — uma dose.
Influenza — doses anuais. Oferecida pelo SUS para gestantes e outras pessoas consideradas de maior risco.

De 50 a 64 anos:
Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais (não disponível no SUS).
Hepatite A — duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou ou nunca teve a doença.
Hepatite B — três doses, para quem não tomou ou nunca teve a doença. A segunda dose é dada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).
Influenza — doses anuais. Fornecida pelo SUS  para maiores de 60 anos, gestantes e outras pessoas consideradas de maior risco.
Pneumocócica — uma dose, a partir dos 60 anos. Fornecida pelo SUS.

A partir dos 65 anos
Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais (não disponível no SUS).
Hepatite A — duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou ou nunca teve a doença.
Hepatite B — três doses, para quem não tomou ou nunca teve a doença.  A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).
Influenza — doses anuais. Fornecida pelo SUS.
Pneumocócica — uma dose para quem tomou a primeira aos 60 anos, ou duas doses com intervalo mínimo de cinco anos entre elas. Fornecida pelo SUS. Fonte: adaptado de vejasaude foto:thinkstock

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